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STJD trata casos iguais de formas diferentes – Por Vitor Birner

De Vitor Birner

O São Paulo foi punido com a perda de um mando de jogo contra o Sport por causa da invasão do torcedor na partida contra o Inter.

O rapaz invadiu o campo porque pretende ser jogador de futebol, tal qual disse. Foi detido e identificado.

Estou de folga, mas como não me lembro de outra punição no torneio e nem confio na minha memória fui checar. Ir atrás de questões da justiça esportiva não é exatamente meu maior prazer no único dia de descanso na semana.

E descobri que há 2 pesos e duas medidas.

O mesmo STJD, onde Beluzzo disse que o auditor brincou com Vagner Love que se as trancinhas fossem Rubro-Negras a punição seria de 1 e não 2 jogos, absolveu o Galo, em 4 de setembro, da invasão do torcedor, na rodada 13, em jogo no Mineirão diante do Flu.

O clube foi enquadrado no mesmo artigo que o São Paulo, o 213 do CBDJ, e o advigado do clube, João Avelar alegou: ” o indivíduo entrou no gramado não para agarrar o jogador, mas para beijar as chuteiras do Diego Tardelli. Certamente é um ato de uma pessoa que não estava em sua condição normal” E enfatizou que “o torcedor foi imediatamente identificado e levado à delegacia”.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1255024-9827,00-STJD+ABSOLVE+ATLETICOMG+POR+INVASAO+DE+CAMPO+MAS+FLU+E+MULTADO+POR+ATRASO.html

Parece que falamos de casos iguais, não?

O Corinthians também foi absolvido pela invasão de um torcedor do time, no Maracanã, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. O clube havia sido enquadrado no mesmo artigo.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u574988.shtml

Nem o procurador do STJD, Paulo Schmitt, que fez a denúncia contra o clube, acreditava na punição do São Paulo

http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2003135/nem-stjd-cre-em-punicao-ao-sao-paulo-por-invasao-de-campo

O clube vai recorrer da decisão.

O STJD tem seus momentos. Lembram quando qualquer coisa tinha efeito suspensivo?

Por isso, me apego ao padrão atual e acho que o clube terá sucesso no recurso. Observo como são julgados na mesma temporada, ou campeonato, os casos similares.

Concluo que ou o STJD errou antes, ou está fazendo isso neste caso.

E dá-lhe lambança e blablablá na reta final do campeonato.

OBS: o São Paulo também alega que já vendeu ingressos para o jogo e por isso não pode transferi-lo. Se mantida a pena, ele acontecerá em qualquer estádio que fique a 100 quilômetros da cidade.

Grandes paranaenses punidos

A dupla Coritiba e Atlético foi punida com perda de mando de um jogo cada neste brasileirão porque seus torcedores, no clássico disputado pelas equipes, atiraram bombas e objetos no gramado. Todos foram denunciados no mesmo artigo de São Paulo, Atlético MG e Corinthians.

 

Fonte: Blog do Birner

Frase do dia

“Por sorte o São Paulo não disputa o Mundial da África”

João Paulo de Jesus Lopes, comentando a arbitragem de Carlos Eugênio Simon, no jogo São Paulo e Santos. Simon será o árbitro brasileiro na Copa de 2010.

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Parabéns Michael!

Nosso amigo Michael Serra, da SPFCpédia agora é funcionário do SPFC!

Vai ser historiador do tricolor. Meus parabéns querido, você merece mais do que ninguém essa vaga.

Me lembro que um dia estávamos conversando no MSN e você me disse que a Revista Oficial tinha feito um contato com você pra tirar uma dúvida e você me disse que seu sonho era trabalhar no clube.

Fico muito feliz que seu sonho tenha se realizado. Que tudo dê certo pra você!

Abração!

Entrevista com Juvenal Juvêncio

Juvenal Juvêncio afirma que acertou ao contratar Ricardo Gomes e está animado com a Copa do Mundo de 2014 no Brasil

Jornal da Tarde (via Sempre Tricolor).

O presidente Juvenal Juvêncio, 69 anos, com mandato até 2011, recebeu o JT em sua sala, no Morumbi, na terça-feira. Falou sobre vários assuntos: Ricardo Gomes, Muricy Ramalho, reforços, venda de jogadores, Morumbi, Copa de 2014…Acompanhe os pontos principais da entrevista.

Chegada de Ricardo Gomes

Só faço a mídia especializada reconhecer que eu estava certo com a vinda do Ricardo. Ele tem se mostrado uma figura importante. Primeiro porque não tem os vícios dos nossos técnicos que estão por aqui. Quais são os vícios? É o cotidiano. Ele vai aqui, vai lá… O Ricardo foi um jogador vitorioso, capitão da Seleção, foi jogar na Europa, capitão na Europa, é técnico na Europa, homem de postura ilibada, sem os vícios que os nossos sempre têm. Eu desejava muito uma pessoa dessa, sem esses pequenos parâmetros. Eu acho que está começando bem. Logo de cara eu entendi que o Ricardo estava entendendo o que estava vendo, tinha uma visão correta dos atletas, trocamos ideias sobre esse, sobre aquele… Embora distante, ele estava acompanhando. Tinha uma visão madura. E eu acho que ele está equilibrando o jogo, indo bem. Era preciso voltar a alegria, a certeza, um jogo mais solto. Não adianta você mandar o meia vir marcar aqui atrás, isso não funciona no futebol.

Tática

O São Paulo precisa jogar um futebol avante. Nós, quando falamos de três zagueiros, sabemos o que estamos falando. Não adianta você por dois zagueiros e dois laterais que voltam se não deixar o meio de campo sair da frente da zaga. Você tem de por três zagueiros, dois alas e o meio de campo tem de sair . Ah, mas a Europa joga com dois… A Europa tem de aprender conosco. Em termos de futebol tem que aprender conosco, as estatísticas comprovam isso. Nós não precisamos ficar subalternos e colonizados ao futebol europeu. Nós temos os nossos próprios esquemas. Aí você tem um time mais vanguardeiro, mais buliçoso, com mais emoção, mais bola no chão, mais ousado, com alegria. Eu acho que essa foi a grande transformação na performance do São Paulo. Contra o Goiás eu achei um jogo excepcional, porque o adversário é bom, nos deu trabalho, não se deu por vencido, jogava um futebol bonito, perigoso. O São Paulo mostrou tranquilidade, segurança e eficácia. Me agradou. O Hernanes não está jogando melhor do que estava? O Jorge Wagner? O Dagoberto? O Richarlyson? Então eu acho que estava certo, mexer um pouco, burilar. Estava certo, acho que crescemos com o Ricardo. Estávamos mal.

Saída de Muricy Ramalho

Era o momento de sair. Um técnico que fica três anos e meio no Brasil é quase uma eternidade. São raros os casos. Isso leva a um processo de exaustão, um relacionamento com uma plêiade de jovens altamente remunerados, altamente veiculados, altamente aplaudidos. Esse cotidiano, o sol, a chuva, o sereno levam ao desgaste, claro. Na fisioterapia temos uma parte que se chama estresse ósseo. O cara usa tanto aquilo que o osso chega a um processo de exaustão e fica com finíssimas trincas e ele sente dor. É a mesma coisa com o técnico. Ele tinha que sair, é natural. Tivemos uma conversa na minha mesa em que ele concordara inteiramente, estava no momento. É um profissional que respeitamos, muito correto. Temos aqui uma tônica que eu defendo fortemente: para trocar o técnico tem de ter convicção, o momento e, por último, saber quem. E aconteceu isso. Quando tive essa convicção, o chamei e agradeci os seus préstimos. Ouve uma reação que eu achei inusitada. Por que será que eu virei vilão depois que demiti? Será que eu tinha razões para fazer? Eu entendi que podia sair antes ainda do jogo contra o Corinthians. Porque se perdesse poderiam dizer que era por causa do Corinthians. Imagina se ganha? Eu ficaria sem argumentos.

Ida de Muricy para o Palmeiras

Normal. Não acredito que haja um processo de vingança. Ele foi para o Palmeiras como poderia ter ido para o Inter, afinal ele é um profissional. Da mesma forma que o trouxemos do Inter ele poderia ir para outra agremiação. É natural.

Muricy sem controle do time

Não afirmaria isso. Mas o desgaste leva a uma insuficiência, a uma carência. Entendi que o time estava cabisbaixo, precisava ter alegria, vontade, correr, aquela coisa forte. É um time de respeito, mas o resultado não acontecia. Alguma coisa não caminhava bem, era preciso reciclar. Mas foi sem trauma. Foi bonito. O Muricy saiu com uma imagem mais forte que quando entrou. Todos ganhamos, foi bom.

Reunião com o elenco

Não gosto de falar disso, mas eu tenho. Tenho participação, vejo o momento e participo. Não só uma participação coletiva como periodicamente uma participação individual. Dois ou três, dependendo da circunstância, momento, comportamento, da necessidade.

Venda de jogadores

Tem gente que vende jogador e fala ‘vendemos e ele não fez nada lá fora’. Eu quero vender e quero que ele fique como o Kaká, o Luís Fabiano… Que leve a imagem, que o cara cresça. O Eduardo Costa era o momento. Essa crise mundial atinge também os clubes, porque os clubes lá fora são empresas. Eu tenho dito ao longo do tempo uma coisa que não agrada a ninguém: nós precisamos vender jogador para pagar a conta, senão não pagamos a conta. Por quê? Porque o futebol ainda não permite isso, e está ligado a um negócio chamado poder aquisitivo da população.

Vender é inevitável

Estive na Inglaterra e me deram um bilhete para assistir a um jogo do Manchester United e ele correspondia a R$ 270. Aqui eu vendo por R$ 20. Essa explicação é simples: problema da distribuição de renda. Nós vamos ter de vender jogador porque a bilheteria não paga a conta. Quanto nos paga a TV e quanto paga a TV Inglesa? O Arsenal já vendeu todos os ingressos para a temporada de 2010. Aqui eu faço promoção diminuindo preço pra ver se eu ponho 30 mil pessoas. A televisão no Brasil, que nos paga direitinho, corresponde a 15%, 20% do que pagam lá fora. Como posso pagar essa conta? A multiplicação dos peixes eu não aprendi a fazer. Faz dois anos que eu não vendo. Como é que vou fechar a conta no fim desse ano? Não sei. Só sei que não deve ser alvissareiro. No fim do ano preciso pagar a conta de R$ 190 milhões, que é o que me custa o futebol. Eu tenho um estádio que, ao contrário do que muita gente sempre imaginou, me dá R$ 20 milhões de lucro ao ano, como unidade de negócio. Estamos fazendo do nosso estádio uma coisa rentável. Acredito até que o estádio, com o negócio de Copa do Mundo e a cobertura, se torne a unidade de negócios mais rentável do clube. Mas enquanto não são feitos esses ajustes… O futebol não paga a conta. Dirigente chega para mim e fala que precisa dispensar um jogador que é bom porque não tem dinheiro para pagar o salário. Os preços caíram pela metade. O Ramires saiu por US$ 7,5 milhões e está na Seleção. A janela está aberta, mas não acredito que alguém saia. Tenho até procura, mas é a metade dos nossos desejos, então não dá. Vamos continuar sofrendo.

Copa do Mundo de 2014

Eu vejo muitas críticas da imprensa quando o poder público faz algo em benefício do esporte. No mundo desenvolvido os governos puseram dinheiro nos clubes. No mundo desenvolvido, que tem alternativa de entretenimentos. Os clubes deviam. Falam que o governo não pode dar dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento). Primeiro que não é dar, é emprestar. No prazo, nos juros e na carência. Por que a empresa que tem fins lucrativos pode e eu que não tenho não posso? Mexo com jovens que vêm da palafita, do morro, do mangue… Dou comida, médico, exijo escola. Por que eu não posso tomar emprestado dinheiro do BNDES pra reformar a minha casa que vai crescer, vai produzir? Uma coisa é dar dinheiro do orçamento, aí não. Mas dinheiro de banco, com garantias? O presidente da República esteve aqui, estava o governador, prefeito. Dinheiro aqui não. Lá fora, que deixa um legado, sim. Ninguém anda na Giovani Gronchi. Como vou trazer a Primeira Ministra da Alemanha (Angela Merkel) para a abertura? Ela não chega ao jogo. Eu preciso de um plano de mobilidade. Sair uma avenida perimetral, que interliga linhas, vai até a Raposo (Tavares, estrada), tenha conexão com o aeroporto. Vai custar milhões, entra o Governo Federal, o Governo Estadual… Acaba tudo isso e a cidade ganha mobilidade. Isso o governo vai fazer. Dentro das arenas não fará.

Morumbi para a Copa

Temos três estádios particulares: em São Paulo (Morumbi), no Paraná (Arena da Baixada) e no Rio Grande do Sul (Beira-Rio). Nosso esquema está adiantado. Temos 84% do estádio pronto. Batalhamos nisso fortemente. Temos empresas investindo. Estou discutindo cobertura com uma empresa americana, japonesa, duas alemãs e talvez entre uma suíça. O valor da reforma é de R$ 135 milhões e só a cobertura custa de R$ 120 milhões a R$ 140 milhões, depende dos orçamentos internacionais. É gente de fora que faz isso, aqui no Brasil ninguém sabe porque nenhum estádio tem cobertura. Para a reforma do estádio eu arrumo. Falta a cobertura. Temos condições importantes para realizar a Copa. São Paulo não tem palco para grandes eventos. Com o estádio vamos ter como suprir essa necessidade. Esse é o nosso momento. Não preciso mexer em vestiários, túneis… A área da imprensa nós pensávamos em colocar no térreo, mas vamos por no último piso. E o principal é que o Morumbi não precisará ser fechado porque está em pé.

Falta de jogos de rivais no Morumbi

Bilheteria não paga a minha conta. Eu quero jogos, mas não me pagam a conta. Eu tenho pedidos para grandes shows internacionais que me pagam R$ 1 milhão de aluguel, mas não posso atender porque não posso prejudicar o futebol, o nosso carro-chefe. Mas é bom jogarem porque temos lojas. Os jogos compõem o quadro. Acho que logo o Corinthians voltará a jogar aqui. Eu vi que o Andrés disse que não. Mas acho que é só passar essa raiva que tudo volta a normal.

Só pensa na Copa

Ouvi isso de algumas pessoas. Estou pensando na Copa sim, mas estou sempre atento ao futebol. Fico duas horas no CT e sei tudo que está acontecendo, tenho informantes.

Reforços

O João (Paulo de Jesus, diretor de futebol) veio me falar da possibilidade do Fernandão. Pedi para ele ver quanto o Fernandão ganhava. Eu disse que se ele ganhasse muito não adiantava. Ele jogava no Catar. Lá eles tiram o petróleo e dão para o jogador. Aqui eu não tenho de onde tirar petróleo. Mas tínhamos uma reunião com ele na terça. Quando fui ver na segunda, já tinha acertado com o Goiás. No momento não acredito que precisemos de contratações. O elenco está bom. Não digo que não podemos tentar ninguém, mas não posso prometer que vamos contratar.

Vi no SPFCpédia do meu amigo Michael.

Pela segunda vez seguida, Palmeiras “ajuda” SPFC

Há duas rodadas atrás o São Paulo estava a 10 pontos do líder. Mas pela segunda vez seguida o tricolor venceu e o Palmeiras empatou e com isso tiramos 4 pontos da desvantagem e estamos a apenas duas vitórias da liderança. E o melhor disso é que os dois empates do Verde foram contra times que disputam posições com o próprio São Paulo.

Na verdade, quem conhece os times do Muricy sabe que é muito difícil ele perder, mas que em compensação empata muito. Isso porque, pela formação tática que ele utiliza, é muito difícil pressionar o adversário. Quando o São Paulo jogava contra times pequenos no Morumbi, invariavelmente levava sufoco. Ganhava, mas geralmente por 1 a 0.

Na próxima rodada o tricolor vai ao Recife enfrentar o lanterna Sport. Já o Palmeiras recebe o Botafogo de treinador novo. Não ficaria surpreso se o São Paulo tirasse mais dois pontinhos. Devagar, devagarinho, o tricolor está chegando. E podem ter certeza que vamos chegar fortes.

Dois assuntos que agitaram o São Paulo hoje

O zagueiro Miranda admitiu hoje que pode deixar o SPFC, caso apareça uma proposta tentadora da Europa. E isso pode dizer mais do que parece em um primeiro momento.

O São Paulo não venderia Miranda se não tivesse uma carta da manga. Rodrigo está voltando e Ricardo Gomes não parece muito disposto a seguir com Jean Rolt por muito tempo. Tendo em vista esses dois fatos, fica mais ou menos claro que o São Paulo tem em Lugano uma contratação muito próxima de se concretizar.

Seria sensacional ter Lugano e Miranda na mesma zaga, mas isso hoje não parece possível. Miranda quer sair já há algum tempo. Lugano parece mesmo disposto a voltar. Seria excelente pro São Paulo. E o mais curioso é que Miranda foi contratado justamente pra suprir a vaga que Lugano deixou ao ir para a Turquia. Agora, a “troca” seria desfeita.

O que dá mais credibilidade as informações sobre Lugano, são as notícias dadas por PVC. O comentarista da ESPN disse que Lugano esteve em São Paulo e foi até a escola onde o filho estudava em 2006 pra saber sobre o preço da mensalidade. Ou seja, parece que Don Diego já pensa seriamente em voltar a morar na cidade.

E se o PVC disse, a gente só pode assinar embaixo. Não existe jornalista mais ético e responsável do que ele. Praticamente um estranho nesse ninho do jornalismo esportivo brasileiro.

Outro assunto bastante comentado essa semana é a possível volta do meia Danilo, camisa 10 do tri da Libertadores e do Mundial. O procurador do jogador é Gilmar Rinaldi, que já colocou Adriano no SPFC e tem boa relação com a diretoria. Segundo o ex-goleiro tricolor, o SPFC sempre procura saber por Danilo e diz que se o meia quiser voltar ao Brasil terá portas abertas no Morumbi.

Para o Corinthians, Rinaldi diz que Danilo não voltará ao Brasil. Ou seja, é clara a preferência de Rinaldi pelo São Paulo, assim como fez quando Adriano foi emprestado ao tricolor e mesmo quando o Imperador voltou ao Flamengo. Vale lembrar que o SPFC foi consultado primeiro antes de Adriano ir para o rubro-negro.

Em fim, as notícias são as melhores possíveis. Boas notícias podem estar por vir. Se o São Paulo está tão bem com esse elenco, imaginem com a raça de Lugano e a frieza de Danilo?

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Sinais que nos servem de exemplo

A eliminação precoce do Boca Jrs da Libertadores nos deixa sinais claros do que é esse ano de 2009.

Um deles é um enorme sinal verde. Yes, We Can! O time que eliminou o Boca é o mesmo que o SPFC venceu duas vezes nesta competição. Tá certo que foram dois jogos duríssimos. Mas o deles também não foi? Ou seja, nosso time também pode chegar lá! Vencemos os jogos contra o Defensor com muita raça, um futebol não tão bem jogado mas com muita gana e vontade de vencer. E acima de tudo, usamos o peso poderoso da nossa camisa. Coisa que o Boca não pode fazer.

Ao final do jogo de ontem, um misto de incredulidade e decepção tomou conta de jogadores e comissão técnica. Os jogadores do Defensor não pareciam deslumbrados e diziam que não pensavam em ser campeões da Libertadores, já que seu objetivo principal era o torneio uruguaio. Nós sabemos bem o que os torcedores do Boca sentiram ontem, não é verdade?

Um outro sinal que se acende é o sinal amarelo. Atenção tricolor! Como dito anteriormente, o Boca não soube usar o peso da sua camisa para vencer os jogos. E o mesmo não pode acontecer com o tricolor de forma alguma. Temos que colocar em campo toda nossa tradição de tri campeões mundiais acima de tudo. O SPFC tem que impor respeito nos adversários, mas também tem que jogar bola. O Boca ontem parecia que resolveria a parada a qualquer minuto, mas não resolveu e isso precisa servir de exemplo pra nós.

Vocês devem estar pensando: agora ele vai falar do sinal vermelho. Mas não. Sinal vermelho é pra parar e o SPFC não pode parar. Tem que continuar rumo ao tetra. Está difícil. As vezes perdemos as ilusões, mas pra falar a verdade o jogo de ontem enxeu meu peito de esperanças novamente. O Boca esteve apático e por isso não pode se classificar. Se o SPFC jogar com garra e emoção e se a torcida jogar junto, podemos sim nos classificar e passar pra próxima fase.

Depende de nós como ontem dependia apenas das forças do Boca. Temos que estar atentos e seguir em frente. Só assim, teremos o tão sonhado tetra.

Saudações tricolores!

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