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Torcida tricolor dá show e SPFC bate recorde de renda no campeonato

Os pouco mais de 53 mil pagantes no Morumbi neste sábado quebraram o recorde de renda do campeonato. Com R$1.776.015,00 do jogo de hoje o SPFC quebrou o recorde anterior da torcida do Flamengo, com R$ 1.600.110,00 no jogo contra o Santos.

Parabéns a torcida tricolor! A mais presente do futebol paulista!

Criador do personagem se emociona ao saber da Jasonmania

Roteirista de ‘Sexta-feira 13’: ‘Jason é tricolor’

Victor Miller se diz orgulhoso pela Jasonmania no futebol

Encontramos o criador. Ele é o responsável pela maior fonte de inspiração da arrancada do São Paulo no Campeonato Brasileiro rumo ao sétimo título da competição. Victor Miller, de 69 anos, e que atualmente vive nos Estados Unidos, é o roteirista do primeiro filme da série “Sexta-feira 13”, que consagrou o personagem Jason.

Com exclusividade, Miller falou com o LANCENET! e comentou sobre a febre que seu personagem virou nos gramados brasileiros, na pelo do Tricolor paulista. Fã de futebol, ele se disse emocionado com a associação do São Paulo com sua cria. Revela ainda que não via sucesso no seu carrasco e que imaginava a morte de Jason, aquele que nunca morre, logo após o primeiro filme.

Encantado com a Jasonmania tricolor, que tem embalado o São Paulo rumo ao hepta, Miller fez sua aposta e mostrou-se um aliado do Sampa na luta por mais uma conquista. Confira abaixo a entrevista exclusiva com o criador do Jason:

Bate-bola com Victor Miller – Roteirista de ‘Sexta-feira 13’

Como o senhor definiria a personalidade de Jason Voorhees?
Jason era um menino que não tinha nada, afastado das pessoas, ridicularizado pela sociedade, mas defendido até a morte pela mãe. Abandonado por quem deveria tê-lo protegido, o que causou o desejo de se vingar de quem cruzasse seu caminho.

O que pensa a respeito da comparação do seu personagem com uma equipe do futebol brasileiro?
Estou emocionado que o São Paulo tenha encontrado sua identidade ligada ao Jason. Sei que Jason ficaria lisonjeado em ser sua inspiração.

Você imaginava ver milhares de torcedores com máscaras do Jason?
Quando escrevi “Sexta-feira 13”, não fazia ideia de que poderia ser famoso, rico ou entrevistado por um amigo do Brasil. Nem de que Jason viveria além do primeiro filme. Estou profundamente honrado pelos torcedores do São Paulo.

As pessoas ainda temem o Jason quando assistem ao filme?
Costumo promover sessões do filme para instituições de caridade locais. Acho que ainda pulam de susto, quando Jason começa a sair da água para a sequência final da vingança.

Gosta de futebol? Qual seu time?
Sempre fui fã, era goleiro no colégio. Vejo a Série A italiana e alguns times ingleses. Gostaria que nossa Major League Soccer (Liga Norte-americana) tivesse esse padrão, mas acho que isso vai ocorrer com o tempo. Agora, estou terrivelmente apegado ao Milan e à Juventus da Itália.

Imagine que tenha de escrever um roteiro sobre o Campeonato Brasileiro. Seria um grande suspense?
Está brincando? Jason sempre vence! O São Paulo avançaria sobre seus adversários, que fingiriam lesões por medo, correriam para o outro lado. Imagine bater um pênalti com Jason debaixo das traves? Não ousariam tentar passar por ele.

Se Jason Voorhees fosse um torcedor, apoiaria qual equipe?
São Paulo, é claro!

Fonte: Lancenet

Gol de São Paulo 1 x 0 Barueri

Frase do dia

“Por sorte o São Paulo não disputa o Mundial da África”

João Paulo de Jesus Lopes, comentando a arbitragem de Carlos Eugênio Simon, no jogo São Paulo e Santos. Simon será o árbitro brasileiro na Copa de 2010.

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Gols de Santos 3 x 4 SPFC

Sissi – O Terror do Morumbi

Sislene do Amor. Sim, esse é o nome da camisa 10 que arrebentou com a camisa do São Paulo nos anos 90. Com 1,68m e uma perna esquerda rara, mesmo entre os homens, a diferença de Sissi pras defensoras era tamanha que dava a impressão de que tudo que ela fazia era fácil.

Sissi cansou de fazer gol do meio campo, gol olímpico, gol de falta. Parecia que ela tinha uma mira na ponta da chuteira, sempre colocando na gaveta. Fazia lançamentos precisos apronteitando a velocidade e o oportunismo de Kátia Cilene.

A frente do time feminino do SPFC era sensacional. Era formada por Sissi, Suzana, Karin e Kátia Cilene. Sissi era o cérebro da equipe. Muita gente na época questionava se ela não poderia jogar entre os homens. Se a meia não tinha a velocidade de Marta, era sim mais consciente e cerebral.

Sissi pegou uma geração menos profissional da seleção brasileira e por isso não conseguiu levar o time a resultados mais expressivos. Nas Olimpíadas de 96, levou o Brasil a um quarto lugar. No Mundial de 99, conseguiu uma inédita medalha de bronze, sendo artilheira do campeonato com 7 gols em seis jogos.

Se o Brasil hoje é medalhista de prata nas olimpíadas e no Mundial, muito se deve ao pioneirismo de Sissi, que foi uma das primeiras jogadoras brasileiras a se destacar no futebol americano e a cabeça da seleção brasileira que começou a chamar a atenção do país para o futebol feminino.

Hoje ela é treinadora de um time da Liga Americana. Mas tal qual como foi Raí, podemos dizer: Sissi, o Terror do Morumbi!

Pra relembrar, abaixo um vídeo da final do Paulista Feminino em 97.

Gols de Náutico 1 x 2 São Paulo