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O caso da mala branca

Desde que os pontos corridos foram implantados no futebol brasileiro, essa discussão vem a tona na reta final. Aceitar ou não a mala branca? Pra mim essa é uma discussão sem nenhum propósito lógico. O procurador do STJD disse ao jornalista da ESPN Paulo Vinícius Coelho que se trata de corrupção e que se houver uma prova material do pagamento, indiciará tanto o Barueri quanto o Cruzeiro por corrupção.

Mas é aí que entra a questão. Corrupção é o ato de corromper, deteriorar. O Cruzeiro não corrompeu o Barueri ou vice-versa e muito menos houve deterioração. A verdade é que há um incentivo pela melhora e não pela piora.

Se você for parado numa blitz e pagar o guarda pra fazer o trabalho dele, o que há de mal nisso? Se você pagasse o tal guarda pra não te notificar, aí sim se configuraria o ato de corromper, deteriorar, subornar, que são as definições de corrupção. Legalmente não há o que fazer. Não existe mal em pagar alguém pra jogar melhor. Pelo contrário, torna o campeonato ainda mais interessante, valoriza ainda mais o título do campeão e a vaga daquele que foi pra Libertadores.

Acho muito barulho por nada. Não é imoral e nem ilegal. Quem quiser me pagar pra fazer melhor meu serviço, pode depositar na minha conta! Pode até ser que meu concorrente ache ruim, mas ele não pode fazer nada. Aliás, pode sim. Ele pode tentar receber pra trabalhar melhor também. Quem tem a ganhar é só o freguês. E no caso do campeonato brasileiro, a torcida.

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