
O River Plate foi a Mendoza enfrentar o Godoy Cruz e teve todas as chances possíveis e imagináveis para vencer, mas mais uma vez, demonstrando instabilidade durante a partida e graves falhas de marcação, a equipe de Leo Astrada conseguiu apenas um empate por 1 a 1. O gol do time da capital foi marcado por Rosales, enquanto Ariel Rojas empatou.
O River com Astrada melhorou muito mas continua sofrendo com a falta de regularidade. O time vai muito bem do meio pra frente mas na defesa é um caos. Apesar disso, a evolução é evidente. O lado político do clube parece influenciar também. O ex-jogador, ex-treinador e ex-capitão do time Daniel Passarella é candidato a presidente do clube nas eleições a serem realizadas no próximo mês e já deixou claro que trará de volta ao clube Ramon Díaz, grande ídolo Millonário. Obviamente o ambiente fica complicado para qualquer treinador trabalhar sob essas circunstâncias. Os jogadores vivem também uma incerteza diaria e isso também afeta o desempenho do time. Há muito o que ser feito no River.
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Já o Boca aproveitou a fragilidade do quase rebaixado Gimnasia La Plata e goleou por 4 a 0 com dois gols de Insua, um de Gaitán e um de Medel. O time até jogou bem e foi muito mais agressivo do que outrora vinha sendo, mas não precisou fazer muito pra vencer com tranquilidade. Uma grande partida mesmo quem fez foi Insua. Muito mais do que os dois gols, foi uma exibição de gala.
Essa semana, o Boca ficou marcado pelos desentendimentos. Palermo reclamou que a bola não chega até ele. Mouche pediu pra entrar para ajudar na criação, já que Riquelme está machucado. E Ibarra, apagando fogo com gasolina, disse que os jogadores mais experientes tem que ser mais inteligentes ao dar entrevistas. Palermo retrucou que já é bem grande pra que digam o que ele deve falar. O Boca também tem problemas políticos, já que Basile e Bianchi não falam o mesmo idioma, o que acaba dividindo os dirigentes do clube. Uns apoiam Bianchi e outros não abrem mão de Basile. A união parece cada dia mais distante na Casa Amarilla.
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De interessante nesta rodada tivemos também o clássico de Rosário entre Central e Newell’s. O Rosário chegou a abrir dois a zero mas permitiu o empate. Todos os gols aconteceram no primeiro tempo. Com o resultado, o Newell’s não pode assumir a liderança e ficou a dois pontos do Banfield, que venceu o Independiente fora de casa por 2 a 1.
A classificação do Apertura ficou assim, faltando quatro rodadas:
Banfield 35
Newell’s 33
Estudiantes 29
Colón 28
Independiente 26
Rosario Central 26
San Lorenzo 26
Velez 24
Boca 23
Lanus 21
A classificação geral, para a classificação a Copa Libertadores (soma de todos os pontos conquistados no ano) ficou assim:
Velez (classificado) 64
Colón 62
Lanus 59
Banfield 58
Estudiantes (classificado) 58
Rosário 55
Newell’s 54
San Lorenzo 50
Huracán 48
Independiente 47
Boca 45
O tricolor não poderá contar com alguns de seus principais jogadores pras rodadas decisivas do campeonato. Afinal, o campeonato pode ser decidido nos dois próximos jogos, tanto a favor do tricolor quanto do Flamengo. E justamente nestes jogos não contaremos com Jean, Dagoberto e Borges, estupidamente suspensos pelo STJD e e André Dias e Hugo suspensos pelo terceiro amarelo.
Quando o campeonato começou ficou claro que em algum momento do campeonato o tricolor precisaria escalar os garotos. A verdade é que isso demorou até demais pra acontecer e isso se deve muito ao trabalho brilhante dos preparadores físicos e dos fisioterapeutas do time, que não permitiram que os atletas sofressem muitas lesões durante o ano. Mas agora, com a intervenção do STJD, teremos que escalar os garotos.
A diretoria do Palmeiras provou por a+b que é a mais amadora dos clubes da Série A. Após as criticas ridículas a arbitragem de Carlos Simon e a ameaça de agressão, agora, depois da briga entre seus dois atletas, o que obviamente prejudicou o clube, os diretores do Palmeiras decidiram demitir por justa causa os dois atletas. Obina e Maurício não vestem mais a camisa do Palestra Itália.



